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10 de ago. de 2011

A Campanha Nacional das PJs chegando na universidade...

 O curso de História da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) promoveu nos dias 1, 2 e 3 de agosto   seminário sobre a violências nas escolas. O objetivo deste evento era fazer uma reflexão sobre os diversos tipos de violências nos espaços escolares e como combate-las. Fui convidado para apresentar a campanha nacional chega de violência e extermínio de jovens das pastorais da juventude e partilhar de que forma a campanha pode ser trabalhada nas escolas. Além de professores universitários, acadêmicos (FURG e UFPEL) estiveram presentes neste evento professores da rede pública do município. 


23 de set. de 2010

Romaria da Juventude em Bagé

23 de ago. de 2009

Pastoral da Ecologia

Aos amigos de POA que votem no NÃO representando os pejoteiros do sul que não poderão estar presentes.
Manifesto da Pastoral da Ecologia sobre o projeto do Pontal do Estaleiro e a Consulta Pública do dia 23 de agosto de 2009, em Porto Alegre.
“No princípio, Deus criou o céu e a terra” (Gn 1,1). “E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo era muito bom” (Gn 1,31). Pleno de amor e liberdade, durante o tempo que não sabemos calcular – simbolizado em sete dias no relato bíblico – Deus criou a vida, as mais diversas e infinitas formas de vida. E tudo nos foi dado, não para destruirmos, mas para cuidar e preservar.
Deus, o criador, o defensor da vida, continua sua obra criacional, protegendo e libertando a vida de tudo aquilo que possa lhe causar destruição. E para isso, Ele nos chamou a sermos seus companheiros, co-criadores da sua obra.
A história, no entanto, mostra o quanto nós humanos nos enganamos a nós próprios querendo ser os donos do mundo. Mas, Deus não nos deu o título de posse e propriedade do planeta Terra. Ele nos deu muito mais que isso, confiando-nos a missão de cuidar, zelar e preservar o mundo todo e toda a sua riqueza natural para garantir a vida em todas as gerações.
A Bíblia, numa bela poesia, relata que “a terra estava sem forma e vazia; as trevas cobriam o abismo... Deus disse: ‘Que exista a luz!’ E a luz começou a existir...” (Gn 1,2-3). E como pode, agora, alguém pretender esconder a luz do Sol em seu poente sobre as águas do Guaíba? Querem, por acaso, ser mais do que Deus que a todos deu a beleza do Pôr-do-Sol?
Deus criou conversando com sua criação, dialogando com sua obra de arte. Ele próprio reconheceu e pronunciou a beleza de cada coisa que criou. E assim, podemos dizer que, quando criou o Pôr-do-Sol do Guaíba, Deus proseava com a bela paisagem que criava, se admirando da beleza e sentindo a alegria de poder doar tal esplendor ao ser humano, a quem também confiou a missão de cuidar.
E agora, sem dialogar com ninguém, sem ao menos pedir licença, aqueles que pensam ser os ‘donos do mundo’ querem se apropriar da Orla do Guaíba, construindo prédios que servem de muros para esconder a paisagem. Querem privatizar a beleza que Deus nos deu. Querem privatizar uma obra de arte pintada pelas mãos de Deus. Mas, nós não vamos deixar.
É uma questão de fé, para nós cristãos, defender a natureza nas suas mais diversas formas de vida e garantir que todos possam ter acesso aos recursos e às paisagens naturais. Não podemos permitir nem nos omitir diante de planos e projetos que ferrem a integridade da criação de Deus. E assim, como Pastoral da Ecologia, nos manifestamos contra as obras da Orla do Guaíba, no Pontal do Estaleiro.
Em acordo com todos os motivos apresentados pela Frente do NÃO, nos motivamos também pela nossa fé. Compreendemos e alertamos que a concretização do projeto em questão, causará danosos impactos ambientais e problemas de acessibilidade da população. E, além de representar a privatização da Orla do Guaíba, o projeto vem sendo encaminhado de maneira não ética. Não podemos permitir tal agressão à vida. E, por motivos de caráter socioambientais e, em nome da fé, entendemos que é preciso dizer NÃO.
Como pastoral de Igreja, nos somamos a luta da sociedade civil, ONGs e Movimentos que se articulam e mobilizam militantes na campanha do voto NÃO na Consulta Pública do dia 23 de agosto, de 2009 em Porto Alegre. E convidamos nossos irmãos e irmãs na fé, nossos companheiros e companheiras de caminhada e todo o povo cristão a testemunhar a fé viva no Deus criador e defensor da vida.
Jesus recomendou no Evangelho: “Diga apenas sim, quando é sim; e não, quando é não” (Mt 5, 37). Agora, portanto, é hora de dizer NÃO.
Confira os locais de votação em nosso blog (www.pastoraldaecologia.blogspot.com), convide seus colegas, amigos e familiares e ajude a fortalecer o NÃO.
E assim, não vamos pecar nem por atos nem por omissão. Pastoral da Ecologia – CNBB Sul 3 – Rio Grande do Sul Porto Alegre 16 de agosto de 2009

17 de jun. de 2009

Adeus Padre Gisley

É com grande tristeza que a Pastoral da Juventude desta Diocese comunica a morte do Pe. Gisley, assessor do Setor Juventude da CNBB. Em nota, as Pastorais da Juventude, declararam toda a sua tristeza com a perder desse grande homem que lutou pela juventude, pela vida da juventude, contra a violência, e acabou sendo vítima desta."É com dor e sofrimento que externamos o nosso mais sincero pesar pela tragédia do assassinato do querido Pe. Gisley, assessor do Setor Juventude da CNBB, que há pouco mais de dois anos nos acompanhava na caminhada conjunta das Pastorais da Juventude do Brasil. O Pe. Gisley foi morto na noite de ontem, naquilo que as investigações apontam até o momento tratar-se de um latrocínio (roubo seguido de morte). No último mês de maio, estivemos juntos no nosso Seminário Nacional, na cidade de Guararema, SP, discutindo a Campanha contra a violência e o extermínio da juventude e celebrando o quarto ano de ordenação do querido Gisley, que nos falou da alegria de doar a própria vida na causa da juventude. Nesse momento, quando comunicamos o seu assassinato, fazemos memória de todo o seu empenho na luta pela juventude, de suas palavras corajosas na defesa da vida e, sobretudo, do seu compromisso com a bandeira da justiça e da paz. Junto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil afirmamos que, lamentavelmente, Pe. Gisley foi vítima da violência que ansiava combater e gritamos com força e coragem que toda a vida tem o mesmo valor, que é urgente enfrentar os grandes debates de segurança pública e que a nossa marcha só se agiganta com a força do seu martírio.
A tragédia que se abateu entre nós, das Pastorais da Juventude do Brasil, nos desafia a denunciar a força com que a violência tem ceifado a vida de milhares de jovens em todo o país. No último e-mail que nos enviou, um dia antes de ser assassinado, Pe. Gisley falou do seu entusiasmo com a luta contra o extermínio, e, como um mártir, profetizou: “Agradeço pelo empenho de tantas vozes dispersas até agora! Vamos juntos/as gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de Jovens.” Que o seu grito ecoe e que a sua mensagem não seja esquecida. Unimos-nos à dor de familiares e amigos de Pe. Gsley e rezamos para que o Deus Pai-Mãe da Vida os conforte nesse momento de sofrimento e mostre a paz verdadeira. Desejamos que a memória corajosa desse homem comprometido com a vida e com a juventude nos alimente e dê coragem para continuar a caminhar.
Na inspiração profética da luta em defesa da vida seguimos na luta por pão, poesia e liberdade, esperançosos/as na Ressurreição do Cristo e certos/as de que o novo dia virá.
Sob as bênçãos da Virgem de Guadalupe dos Santos Mártires da América Latina. Senhor do Bonfim -

BA, 16 de junho de 2009 Maria Aparecida Jesus Silva (Cidinha) Equipe Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil Felipe da Silva Freitas Campanha Nacional contra a violência e o extermínio da juventude