23 de jul de 2012

Curso Virtual PPJ

http://juventudeprotagonista.org.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=265&Itemid=304
Fonte
Afim de discutir sobre juventudes e politica mas acha que não tem conhecimentos? 
Afim de participar de um espaço de partilha em um ambiente de aprendizado muito agradável?
Seus 'problemas' acabaram, o IPJ realiza a 3º edição do curso virtual de polìticas públicas de juventude, basta se inscrever e jogar de cabeça nesta iniciativa.
Tutor do curso o renomeado Aniervson, especialista em juventude!
'Eu fiz e  curti'
Acesse o site do IPJ

18 de jul de 2012

Mini chaveiros do PT em couro

Mini chaveiros do PT e JPT em couro em diversas cores! A imagem foi de scanner talvez não seja possível perceber a boniteza que ficou! Para fazer sua encomenda ou mais informações através do e-mail: douglas.ferreiradossantos@gmail.com

16 de jul de 2012

Top Blog 2012

O blog 'Douglas da PJ' foi indicado ao prêmio nacional do 
Top Blog 2012
Para votar basta clicar no link
Ou na imagem Top Blog 2012 no blog no canto superior direito!

Obrigado, espero seu voto!

11 de jul de 2012

‎"O ópio das massas" e a crença/descrença religiosa

‎Por Rodrigo  Oliveira
Profº Drº visitante da FURG
"O ópio das massas" e a crença/descrença religiosa
(dedico este texto aos meus alunos Felipe Vargas da Fonseca eDouglas da PJ)

Como intelectual abertamente de esquerda costumo ser visto como ateu. Isto ocorre seguidamente. Certa vez uma turma fez um bookmaker para saber qual era a minha posição: se eu acreditava ou não em uma força superior e, em caso positivo, qual era a minha religião. Chegava a ser engraçado ver os alunos me abordando nos corredores e criando diálogos apenas para tentar extrair o que eu acreditava. Para meu divertimento e desespero dos discentes sempre falava coisas diversas e que não poderiam levar a conclusões.

A vinculação entre esquerda e ateísmo vem de longa data. Durante muito tempo no mundo ocidental a Igreja Católica Apostólica Romana deteve muito poder no “céu” e na “terra” e comandava com punho de ferro o destino de milhares de pessoas. Logicamente, quem tem poder sempre faz de tudo para mantê-lo e por isso não media esforços para tal empresa, mesmo que isso fosse contra o mandamento de “não matarás”. Por essa relação de opressão muitas das rebeliões populares tinham como elemento central a iconoclastia em relação a figura da Igreja. Para muitos as igrejas protestantes não ficavam atrás, pois defenderiam a ordem burguesa com unhas e dentes. Em outras palavras, a “ética protestante” seria a ética do lucro. O poder ideológico das religiões era tanto que Marx cunhou a célebre frase: “a religião é o ópio das massas”. 
Essas palavras geraram um grande problema de interpretação, pois muitos passaram a compreender que Marx defendia o ateísmo. Os detratores e defensores de Marx adotaram isso como dogma e, por sua vez, acabou se tornando doutrina. Marx não acreditava em Deus e isso é um fato. Porém, não lembro de ter lido algo escrito por ele contra a crença em Deus. O que Marx se opunha era ao poder das religiões e domínio que exerciam sobre as pessoas naquele período específico. Lembrando que sempre estavam atreladas aos interesses dos poderosos, ou seja, aos interesses da nobreza decadente e da burguesia ascendente. Percebam que a frase não é “Deus é o ópio das massas” e sim “A religião...”. Um erro de interpretação que fez muitos desacreditar na palavra divina e outros tantos a odiar o pensamento marxista. 
Por outro lado, esta frase tinha um impacto muito grande, pois ainda havia uma relação muito próxima entre Estado e Poder religioso. Hoje em dia isto se diluiu, embora ainda exista grande influência clerical nas políticas dos Estados nacionais. O exemplo mais próximo de nós foi a pressão do Vaticano para que Fernando Lugo aceitasse o golpe de estado. Logicamente, o interesse do Papa e seus asseclas não era o bem estar do povo paraguaio e sim os interesses das oligarquias e dos donos do capital.
Por outro lado, quando olhamos a história dos movimentos populares e as rebeliões sociais um dado chama a atenção: enquanto as altas hierarquias clericais sempre ficam ao lado dos interesses dos poderosos, os setores mais “baixos” quase sempre ficam ao lado do povo. Ou seja, nota-se que em épocas de crise padres e pastores quase sempre ficam ao lado dos desafortunados e não são poucos que sofrem a repressão junto com os pobres. A Teologia da Libertação é um exemplo disso.
Isso me faz lembrar a figura histórica de Jesus Cristo. Ele foi assassinado acima de tudo pelo fato de ficar ao lado dos pobres e se opor violentamente à corrupção da alta hierarquia religiosa hebraica, que oprimia e extorquia o povo hebreu. Não esqueçamos que Cristo era um rabino (mesmo que muitas igrejas cristãs omitam isso), e suas ações sempre foram voltadas para apontar os erros dos poderosos acantonados no Sinédrio (uma espécie de conselho que reunia a alta hierarquia hebraica). Foi a conspiração dos poderosos que levou a morte de Cristo, não o povo hebreu como se construiu no imaginário cristão.
Na minha humilde opinião não há problema algum em um militante de esquerda ter crenças religiosas, não há incongruências entre os princípios religiosos e a luta popular. Aliás, esta suposta oposição sempre foi uma arma dos donos do poder para detratar a esquerda.
Quanto a mim, há muito tempo deixei de me preocupar com questões de fé. Não sou ateu, pois não desacredito. No entanto, para mim é indiferente se existe ou não. Quando eu morrer hei de descobrir: se minha consciência se extinguir significa que os ateus estavam certos, se tiver alguma coisa além então estão errados. Seja como for, em minha vida a crença religiosa não é algo importante. Porém, como sempre defendo os pobres e os oprimidos diante da opressão dos poderosos, não tenho o menor pudor em chamar Jesus Cristo de companheiro. 

7 de jul de 2012

Parabéns Pelotas


Peço permissão aos pelotenses para dirigir esse pequeno texto sobre a cidade de vocês. Por usufruir do transporte, cultura, laser, teatro, saúde, praças, centro, amigos/as desta cidade me sinto no dever de parabenizar. Não irei fazer críticas dos pontos que precisam ser melhorados porque isso já está sendo feito pelas diversas organizações em greves e pela própria população e também seria contraditório apontar e não contribuir para a mudança. Eu sei, antes que algum bobo venha mencionar, que é repassada uma quantia em dinheiro a Pelotas para que eu possa utilizar a saúde, por exemplo, mesmo assim, quero dar os parabéns pela história (uma parte dela pra falar a verdade), pela beleza, pelo carinho dos moradores, pelos amores, pelos amigos, pela formação intelectual e política... Feliz aniversário e mais "200 anos de doce e não de sal."

1 de jul de 2012

POLÍTICA, POLÍTICA PÚBLICA, POLITICAGEM


Douglas Ferreira dos Santos
douglas.ferreiradossantos@gmail.com

 Política é um desses assuntos que está sem credibilidade e nas rodas de conversas os partidos políticos é o assunto, passando a ficarem de lado as verdadeiras questões que envolvem uma administração como economia, laser, saúde... A reflexão fica em torno da popularidade de determinados candidatos e suas disponibilidade de ajudas individuais e não o verdadeiro trabalho que é a garantia do básico a todos e todas.
 A palavra política tem origem grega que significa a organização da “polis” (cidades-estados) do qual seus governantes deviam estar a tentos a economia, proteção e pensar na coletividade.
 Se no “mundo” dos adultos a política anda sem credibilidade e natural que no universo juvenil também haja descrença, pois diante de tantos escândalos e comentários de que a política só serve para ladrões roubarem formalmente é fácil entender porque o público juvenil não ocupa os espaços de formações políticas e nem se engajam em movimentos da sociedade civil.
 Se uma parcela dos jovens não acredita na política e esquece que vivenciamo-las em todas as relações durante o dia deve-se a indiferença dos pais que não discute a importância no meio familiar ou não proporcione essa formação muitas vezes por causa de suas condições: seja de alienados em alguma parte do processo; influenciados pela mídia e pelos discursos conservadores; ou pelo financeiro, ou seja, com a falta das condições básicas acaba se submetendo a subempregos para poder arcar com as despesas dos familiares que deveriam ser preocupações também de nossos gestores e isso acarreta no pouco tempo disponível para acompanhar ou manter a formação de seus filhos.
 Porem há um grande número de jovens que tomam a iniciativa para discutir política e garantir seus direitos, pra isso organizam pequenos grupos de estudos em igrejas, movimentos, partidos políticos entre outros.
 Diante dessa doação dos jovens que se propõem a discutir sobre o assunto já é possível perceber as conquistas como conselhos municipais, estaduais e nacionais de juventude que discute políticas publicas pra esse grupo.
 É dever do estado garantir os princípios básicos, neste caso da juventude, levando em consideração que o grupo juvenil não é somente um, generalizado, mas sim que neste mesmo grupo há diversas “tribos” com interesses e pensamentos diferentes. Por isso utilizamos o termo juventudes.
 Outro fator que contribui para descrença dos jovens na política é a politicagem, as promessas descompromissadas de candidatos que não tem claro seus projetos de governos e quando eleitos ficam perdidos não tendo clarezas de suas funções e deveres.

Sou político, quero políticas públicas e não quero politicagem...