5 de jun. de 2013

foda-se

foda-se o mundo eu quero você.
bom, se tu não me querer quem vai se foder não vai ser o mundo


Douglas Ferreira dos Santos

26 de mai. de 2013

ismo do capital

Eu tinha um carro. Vendi o carro e comprei uma moto.
Eu tinha uma moto. Vendi a moto e comprei uma bicicleta.
Eu tinha uma bicicleta. Vendi a bicicleta e comprei um par de sapato.
Eu tinha um par de sapato. Meu sapato furou!

Douglas Ferreira dos Santos

21 de mai. de 2013

sonho da esperança

Para o sonhador a esperança é 
uma companheira que caminha lado a lado!

Douglas Ferreira dos Santos

22 de abr. de 2013

"livro pra comida, prato pra educação"


Eu sei, talvez seja mais uma postagem inútil. Ou não, pois você está aqui lendo.  Em tempos de reflexões sobre a redução da maioridade penal não me saí da cabeça que o grande causador de todos os males é a busca pela felicidade. Vou explicar! Sabemos que as drogas causam sensações e alucinações que podem ser interpretadas como o caminho para a felicidade. Normalmente não se entra no mundo das drogas sozinho, sempre há aquele que apresenta essa “felicidade” momentânea em momento de grandes tristezas (ou não).
Ao embarcar nessa vida perigosa de usuário de drogas, o sujeito está assinando “um contrato” com outros problemas sociais. Aqueles que fazem parte da elite terão condições de sustentar seus vícios e estes se tornaram os auto-suficientes e modelos, pois estarão livres de qualquer julgamento e repressão, pois o Estado ainda leva em consideração a condição financeira.
Já aquele sujeito, de classe pobre, que não tem acesso a educação, laser, cultura e encontra nas drogas uma maneira de socializar com os “amigos” a vida que enfrenta vai manter seu vício como? Muitas vezes partindo para o crime.
Eu sei, há diversos fatores e não é porque o sujeito é pobre que seja regra para entrar nesse mundo. Há muitos “bons” pobres que não experimentam essas coisas.
Mas então, a drogadição (essa palavra que meu Word insiste em dizer que está errada, mas eu ouvi em alguém lugar) não será uma busca pela felicidade? Qual felicidade? Aí está  o X da questão e onde justifica o título dessa postagem, música do Paralamas do Sucesso se não me engano .
Acredito que a felicidade deva ser ensinada (lembre-se o saber cientifico primeiro foi um saber empírico) nos espaços familiares e escolares e não na mídia. Esta última mostrará uma ‘felicidade’ difícil de ser atingida e levará (generalizando) o sujeito a busca da felicidade momentânea, rápida.
Agora se houver educação, sujeitos comprometidos com a vida, mais acesso a cultura, laser, saúde, emprego... Será preciso encontrar conforto nas drogas? Não estaríamos caminhando para “um outro mundo possível”?
Claro, isso iria desagradar a muitos poderosos, pois a felicidade não seria mais o corpo perfeito, o carro do ano, a viagem inesquecível... não iria dar lucro a procura pela felicidade. Os ditos modelos de felicidade iriam empobrecer e o povo perceber que estava sendo usado.
O que é a redução da maioridade penal se não uma forma rápida de ‘resolver’ todos os problemas? Será mesmo que ira resolver? Vou continuar insistindo, “o mal deve ser cortado pela raiz”.
Por isso, "livro pra comida, prato pra educação", uma forma rápida de resolver os problemas ao invés de pensar que investimentos é gastos aos cofres públicos. 
A redução da maioridade penal iria valer para todos os seguimentos da sociedade ou os filhos da elite com seu dinheiro sujo acabariam encontrando brechas na lei pra se safar?
Ou podemos continuar com as reflexões que foi pensada pela elite e introjetada nas classes populares que aqueles que não conseguem ascender são incompetentes e vagabundos esquecendo que na lógica capitalista para uns ter outros devem viver sem. Ou tentar lutar para solucionar os problemas geradores de tantos outros. É preciso adubar a terra com nutrientes e não encharcar a planta de agrotóxicos. 

9 de mar. de 2013

É cedo


O que me move é a imensa vontade de amar.
Amar um amor verdadeiro cheio de romantismo.
Nada mais me encanta que um cafuné,
um puxão na barba e um beijo no canto da boca.
Seja meu, assim como quero ser seu.
Eu sei, é cedo. Mas quero que seja pra sempre. 

Douglas Ferreira dos Santos

5 de mar. de 2013

Romantismo gera gentileza

Se eu tiver que abrir mão do romantismo e da gentileza em um relacionamento, prefiro viver sozinho com as minhas poesias até o último suspiro.
Douglas Ferreira dos Santos